sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mais uma Empreitada na Arte. Agora a arte é cênica. revival. Voltando com a peça de 1987 com Autores e Diretores Edio Duarte Nenno Bonifácio e Hamilton Cruz. Hoje Dirigida por Hamilton Cruz Com uma pequena repaginada, pequena porque o tema abordado continua Crucialmente Atualíssimo, alguma coisa como comportamento tecnologia e a informatização terei que mexer mas os anseios e os canais de alienação e as fantasias usadas para desviar o trabalhador da revolta são os mesmo. Sem contar com a televisão com seus programas kkkkkkkk incrível. Uma peça que aborda os desconfortos que o trabalhador e o povo brasileiro em geral tem no seu dia a dia. Vai mostrar o trabalhador tal qual ele é. O escravo, o mau atendido. o alienado, os alienadores. as fantasias estampadas em qualquer lugar. E principalmente o grande vilão de tudo isso. por trás de tudo. Colocando o povo numa sinuca de canto. Oprimido, sofrido e rejeitado. Através de muita arte e mimica dos atores e atrizes para compor esse espetáculo. Participar será um presente para a peça. "Ó Pátria Mamada Idólartrada Salve-se". Em fase de montagem vamos fazer um grupo coeso e inteligente.
Guará: Hamilton Zen Artista multifacetado Personagem da cidade – Hamilton Cruz Artista multifacetado texto: http://jornaldoguara.com/jornaldoguara.com/?p=464 Define-se como nascido artista. Sobrinho e pai de desenhistas, ele vê no sangue a explicação para o entendimento da família pelas artes, em suas mais variadas expressões. Artista plástico, músico, dramaturgo e empresário cultural, Hamilton Cruz se enveredou em quase todas as formas de cultura contemporânea. Nascido em Fortaleza, veio para o Distrito Federal em 1968, tornou-se guaraense em 72 morando com a mãe na mesma casa onde vive até hoje, no conjunto R da QE 34. Pai de duas filhas, arriscou em quase tudo. Foi diretor de Teatro e ator, em parceria com Neno Binifácio, Aluísio Batata, Baralho Neto e muitos outros artistas consagrados. Foi integrante do Grupo de teatro Coesão, onde montou peças célebres, como O Hospício é Feito por Nóes e Oh! Pátria Mamada e Dólar Trada. Salve-se, entre muitas outras. Deu aulas de teatro na Universidade Católica de Goiânia e pretende voltar às salas de espetáculo. “Quem sabe remontar o grupo com os antigos integrantes, agregando novos atores e novas tecnologias no espetáculo”. Hamilton é conhecido entre os amantes do rock por ser precursor em Brasília das tradicionais camisas de banda. Feitas em silkscreen, as camisas feitas por eles foram febre durante os anos 80 e 90. “Precisava encontrar uma forma de me manter. É difícil viver de arte, todo artista sabe muito bem disso. Resolvi então fazer as camisas em Brasília e Goiânia, no período em que vivi por lá. Assim como hoje ainda as fabrico e faço faixas publicitárias, uma vertente comercial do trabalho do artista plástico”. Mútiplas funções Músico, gaitista, participou das bandas Política do Êxtase e Todas as Tribos. Colaborou com a Casa da Cultura em diversas oportunidades, além de participar dos movimentos de rua do Guará até hoje conhecidos como Lazer na Quadra. Hamilton é mesmo conhecido na cidade por seu espaço cultural na QE 19, o Elo Cultural. Misto de bar, sala de estar, biblioteca e casa de espetáculos. O Elo Cultural foi o primeiro videobar de Brasília, tendência quase obrigatória hoje nas casas noturnas. “Ali apresentaram-se pela primeira vez grandes nomes da música de Brasília, como Célia Porto, Maskavoroots e muita gente boa. Fazíamos palestras de temas polêmicos, exposições de artes plásticas, esquetes de teatro e tudo que um espaço múltiplo pode oferecer, inclusive debates e palestras sobre ufologia”. O acervo de longplays do Elo Cultural ultrapassava os 1500 discos. De música regional brasileira ao rock conceitual cosmopolita. Remontou seu ateliê na QE 34 em 1994 após o fechamento do Elo Cultural por problemas com sócios. Hoje atende no local. Hamilton, além de artista é confeiteiro. Foi responsável por anos pela confeitaria do Carrefour Sul. “Aceito encomendas de quadros, camisetas, faixas, bolo e doces”, avisa o artista. Agradeço ao Jornal do Guará e ao meu amigo Mário Pazcheco e seu Doprópriobolso.